PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL

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O Plano de Controle Ambiental consiste de uma série de ações na operação do projeto com o objetivo de minimizar o impacto ambiental da atividade mineira.

 

Os mecanismos de controle do impacto ambiental provocado pela atividade mineira são ditados pelos órgãos de fiscalização da atividade mineral, DNPM e FATMA.

 

Anualmente, é realizado a renovação da Licença Ambiental de Operação que traça controles e condições para permissão da atividade.

 

Os dados coletados ao longo do ano e acompanhados por técnicos da área, servem como subsídio para o aprimoramento das ações ambientais e planejamento das ações futuras.

 

O complexo Esperança/Fontanella composto por duas minas, em camadas de carvão distintas, apresenta hoje uma visão de área em intensa atividade de recuperação ambiental e integração social.

 

Este princípio de adequação da atividade econômica com a preservação dos recursos naturais seguirá balizando as decisões da empresa, onde todo aporte de tecnologia de produção corresponderá à um aporte de tecnologia de controle e preservação ambiental.

 

O plano emprega medidas preventivas e corretivas para atingir o seu objetivo e é ajustado e corrigido quando as condições para as quais foi estabelecido mudam, sejam elas operacionais, legais ou tecnológicas

 

 

 Os Planos de Controle Ambientais englobam a prevenção e a correção  da contaminação do solo, do ar, da água e o controle do ruído.

 

O complexo Esperança/Fontanella composto por duas minas, em camadas de carvão distintas, apresenta hoje uma visão de área em intensa atividade de recuperação ambiental e integração social.  

 

 

Este princípio de adequação da atividade econômica com a preservação dos recursos naturais seguirá balizando as decisões da empresa, onde todo aporte de tecnologia de produção corresponderá à um aporte de tecnologia de controle e preservação ambiental.

 

 

Com a preocupação de aprimorar sua situação no controle destes índices de poluição a Carbonífera  Metropolitana vem desenvolvendo as seguintes atividades:  

 

  

SOLO

A principal forma de atuação consiste na redução da área superficial ocupada com rejeitos, ou seja, o recobrimento e vegetação de todas as áreas, dentro do pátio industrial, que não são utilizadas nas atividades de mineração, beneficiamento e estocagem.

 

Nos depósitos de rejeitos, o recobrimento e a revegetação são efetuados tão logo o perímetro e a cota de cada bancada tenha sido atingido.

 

 

O rejeito é transportado das usinas  de beneficiamento por correia transportadora (400 m) até uma caixa instalada fora do pátio dos lavadores, onde são carregados os caminhões que transportam este rejeito até o depósito.

 

Esta situado em antigas áreas degradadas pela mineração à céu aberto na década de 60. É constituído de plataformas de 10 metros de altura, impermeabilizada por uma camada de argila a cada 5 metros, obtida no próprio beneficiamento do carvão.

 

Os taludes de cada plataforma são cobertos com terra (camada de 30 cm) e recebem revegetação através do processo de hidrossemeadura.

 

A cobertura e vegetação do depósito de rejeitos tem como objetivo principal o isolamento da massa contaminante das água pluviais.

 

Para retirada das águas superficiais do depósito foram construídas escadas em alvenaria, que recolhem estas águas em pontos determinados de cada plataforma e conduzem estas até o “off set” (base da 1ª plataforma do depósito), onde são canalizadas para bacia de acumulação, ponto de menor cota de todas as instalações  das minas Esperança/Fontanella, e que serve de abastecimento das unidades de beneficiamento.

 

A base de cada plataforma possui declividade que permite que a água de infiltração seja conduzida convenientemente de forma a atingir a bacia de acumulação.

  

 

Planos em execução

                                                                                                        

Cobertura com solo argiloso e revegetação permanente    do depósito de rejeitos

 

Cobertura com solo argiloso e revegetação das áreas do pátio industrial

 

Cobertura com solo argiloso e revegetação dos acessos ao complexo Esperança/ Fontanella

 

ÁGUA

 

O controle da poluição  da água consiste, em primeiro lugar, na redução da geração de efluentes líquidos. O efluente gerado no subsolo é utilizado nos processos de beneficiamento do carvão e é completamente reciclado através do estabelecimento de circuito fechado.

 

Este circuito é formado por uma bacia de decantação de pesados, duas bacias de decantação de leves (decantação primária e decantação secundária) e bacia de acumulação de água de processo (água clarificada).

 

A primeira bacia de decantação é de 100 metros de comprimento por 35 metros de largura, e as em série contém 700 metros de comprimento por 35 metros de largura.

 

No final da segunda bacia de decantação de leves as águas retornam à bacia de acumulação através de dois vertedouros construídos em alvenaria.

 

As perdas decorrentes de evaporação, infiltrações e absorção são compensadas por águas pluviais dos pátios além das águas drenadas do depósito de rejeitos.

 

Em função da área operacional ocupada pelo complexo Esperança/Fontanella, a localização geográfica e o regime de chuvas na região o efluente recebido pelo reservatório de acumulação é maior que estas perdas mencionadas, com isto há descarte para o Rio Mãe Luzia que está sendo minimizado para implantação do tratamento final em estudo. 

 

Planos executados e em execução

 

Canal de desvio de águas limpas – Fase I 

 

Barragens de retenção de efluentes no sub solo 

 

Canal de desvio de águas limpas – Fase II 

 

Racionalização do uso de águas industriais 

 

Tratamento final do efluente

 

PIONEIRISMO

 

A Carbonífera Metropolitana S/A iniciou em 23/08/2002 a operação de Tratamento de Efluentes - ETE.

 

A ETE está instalada na estação de embarque ferroviário situada no município de Siderópolis, seguindo o projeto criado pela UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense através de seu Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas - IPAT, cumprindo o convênio firmado entre a instituição e a Carbonífera Metropolitana S/A.

 

A ETE tem capacidade para tratar 5 m³/h, o que atende as necessidades de tratamento dos efluentes gerados no setor, conseguindo através dos testes já realizados remover os metais contidos na água a ser tratada.

 

Para chegar a instalação da ETE um longo caminho foi percorrido desde o isolamento da área da caixa de embarque para evitar que águas externas adentrem ao pátio, e que as internas sejam direcionadas ao tratamento, passando pelo tratamento físico de decantação das partículas sólidas e recuperação das áreas no pátio que não são utilizadas operacionalmente.

 

A ETE da caixa de embarque servirá como uma planta piloto para a instalação de outra de maiores proporções a ser implantada na unidade produtiva Esperança/Fontanella.

 

A estação é pioneira na região, sendo a primeira a trabalhar continuadamente no tratamento de águas oriundas do processo de mineração.

 

 


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